Tô chegando!

Primeiro, faço questão de agradecer o convite (que dei instacall!) do Ney Bosco e dos envolvidos nessa ideia. Ter um espaço desses junto com tanto monstro é uma honra.

Espero que todos aproveitem para interagir, entender melhor o jogo e, consequentemente, absorver o máximo possível para evolução profissional e pessoal.

Pra quem não me conhece, meu nome é Armando Sbrissa, mais conhecido como Zareta. Jogo poker profissionalmente desde 2007 e muito aconteceu desde lá, o que eu pretendo compartilhar com vocês nessa coluna.  Nem tudo foram flores e não é minha cara contar só a parte boa do negócio afinal, todos nós enfrentamos dificuldades seja lá o que escolhermos fazer da vida.

Almejar a vitória faz parte do processo! E, a não ser que você nasça com mba em matemática, com um banco de dados pica dos maioires poker players do mundo, com o hábito de se alimentar bem e com a disciplina de ir dormir todos os dias no mesmo horário (além de n coisas mais), você é um cara que terá que se esforçar pra se “enquadrar” no jeito certo de fazer as coisas.

Não existe recompensa sem esforço então, vou fazer questão de as vezes lembrar da parte chata, maçante, desgastante e trabalhosa da nossa profissão, e também das vezes em que achei que o caminho fosse fácil e dei de cara! Comigo não vai ter moleza e só história com final feliz, hehehe.

Aproveitando esse clima de união e de troca, quero falar um pouco sobre o quanto eu considero importante essas duas coisas.
O poker é um jogo individual, solitário no caso do online, isso quer dizer que nada nem ninguém poderá jogar por você. Até aqui tá óbvio, ok! O problema é quando o individualismo vai além, e eu percebo facilmente isso quando bato um papo com algum player fora da mesa.
É muito comum conversar com pessoas nos clubes por ai e entender que o foco da conversa é algum tipo de “aceitação”. Raramente, me surpreendo com um papo cabeça sobre estratégias, sobre uma mão bem jogada pós flop ou sobre qualquer outro assunto que realmente agregue (a famosa “troca”). Falta informação e sobra julgamento do oponente. As próprias ações e estratégias ficam pra segundo plano! É natural do ser humano arrumar justificativa e se esconder do erro.
Na minha opinião, e principalmente pra você que está começando nisso agora… Esteja disposto a discutir, analisar , ler e principalmente trocar experiências.Esse é o caminho mais curto pra evolução. Autoanálise, autoconhecimento e troca constante… Guarde essas palavras.

Abs galera, nos vemos por ai!

B Conteúdo – Fichas Brasil